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Esclarecimento e homenagem ao guarda municipal Marcelo Goulart Silva, morto em serviço por marginais 21 de fevereiro de 2011

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Diferente do que foi publicado por alguns jornais e falado por algumas pessoas, a morte do Guarda Municipal Marcelo Silva, não foi decorrente de nenhuma ação impensada para impedir que os marginais agissem, muito menos pode ser chamado de fatalidade, como alguns disseram. ‘Execução sumária’, é a frase certa para o que aconteceu com nosso querido colega.

Marcelo estava fazendo rondas nas imediações da antiga rodoviária, por ‘infelicidade’, essa sim é a palavra, os assassinos estavam manobrando o veículo para se evadirem do local próximo onde haviam praticado o assalto. Ao executarem as manobras evasivas, por uma infeliz coincidência, quase colidiram com a motocicleta da guarda municipal, que vitima estava pilotando. Sem saber o que estava acontecendo, Marcelo parou para conversar com o condutor do referido veiculo, o que ele não esperava é que naquele carro estavam os bandidos que haviam roubado uma relojoaria a poucos metros dali. Antes que Marcelo pudesse esboçar qualquer reação, foi alvejado covardemente por quatro tiros que lhe tiraram vida.
Diante disso, fica nítido que somente o fato de um agente estar nas ruas uniformizado, já é motivo para se tornar alvo daqueles que escolheram a vida do crime como objetivo de vida. Marcelo foi morto porque os vagabundos acreditaram que ele estava tentando impedir a fuga. Nós sabemos disso, mas ele morreu sem ao menos saber por quê. Se soubesse que estava diante de bandidos armados, estando ele desarmado, não teria parado no local. Acionaria através do rádio a Polícia Militar, que está devidamente equipada e armada para combater o crime. Marcelo era uma pessoa que respeitava todas as normas de segurança, e tinha prazer em viver junto com seus amigos e familiares.
 
Por fim, gostaríamos que todos soubessem o quanto você foi importante na nossa vida, e o quanto você foi amado e querido por todos. Apesar de toda a dor que invade o nosso peito e nossa alma nesse momento, pudemos encontrar e reunir forças para escrever um pouco do muito que você representou para seus colegas de trabalho. Amigo, fiel, inteligente e sempre presente com uma palavra amiga. Envolvia-se de corpo e alma nas causas sociais, gostava de ensinar para as crianças o caminho das pedras, para que se tornassem homens de honra, assim como você foi nesse período eu esteve entre nós.
 
Agradecemos a Deus por ter nos dado você de presente, mesmo que por pouco tempo. Nesses 33 anos de idade, nós, Guardas Municipais, tivemos a alegria de conviver quase três anos com você. Foi um pequeno período, mas foi cheio de alegria e momentos que nos engrandeceu.
 
Tua vida foi ceifada de forma trágica e triste, mas você continuará vivendo eternamente dentro de nossos corações.
A maior angústia vivida pelo homem é a condição de viver à espreita da própria morte. Sabemos que um dia ela chega, mas nunca estamos preparados para receber. É como diz o refrão de uma antiga música da Banda Ira:
“Quando teus amigos te surpreendem deixando a vida de repente, e não se acreditar. Mas essa vida é passageira, chorar eu sei que é besteira, mas meu amigo, não dá pra segurar. Desculpe meu amigo, mas não dá pra segurar!”
Autor Maciel Brognoli

Jornal Hoje – Papai Noel recebe do Brasil a maior carta do mundo 22 de dezembro de 2010

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Mais uma vez, Tubarão foi destaque nacional, ontem. Nacional é pouco. Tubarão foi destaque internacional. A mega carta escrita por alunos de escolas públicas do município no ano passado é a maior do mundo já enviada a Papai Noel (o de verdade, que mora lá na gelada Lapônia, na Finlândia).
No fim de 2009, o guarda municipal Maciel Brognoli lançou o projeto Lapônia. Ele e os companheiros da GMT visitaram 20 escolas e incentivaram os alunos a escreverem pedidos para o Bom Velhinho voltados à proteção ambiental.

O resultado foi a produção de uma carta com quase 600 metros e mais de dez quilos. Um pacote bem bonito foi feito para enviar o material à residência oficial de Noel. Ontem, a carta foi citada em uma matéria especial do Jornal Hoje, da Rede Globo, como a maior carta já recebida pelo Bom Velhinho.
O repórter Marcos Losekann conversou com a duende responsável por ler todas as cartas do Brasil e ela confessou: levou uma semana para ler os pedidos dos nossos pimpolhos tubaronenses.

A duende afirmou ainda que o que mais chamou a sua atenção foi que as crianças não pediram brinquedos, nada de presente, e sim que os governos mundiais cuidem do meio ambiente.
Agora, a carta, que era uma espécie de pedido de socorro para salvar o Rio Tubarão, poderá servir de incentivo para que os gestores façam, efetivamente, algo pela natureza. “Fiquei surpreso com a matéria. Foi um verdadeiro presente de Natal”, comemora Brognoli.

Fonte: Notisul

10 de outubro: dia Nacional da Guarda Municipal 9 de outubro de 2010

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Guarda Municipal é a denominação utilizada no Brasil para designar a instituição de controle social ostensivo para proteger os bens, serviços e instalações dos municípios. As Guardas Municipais apresentam-se como uma alternativa à segurança pública no Brasil. Em outros países, a exemplo dos Países Baixos, Espanha, Bélgica Portugal, Itália e França, bem como nos Estados Unidos da América e na Inglaterra, as administrações municipais possuem forças policiais locais que atuam na segurança dos cidadãos e de seu patrimônio. A Guarda Municipal é um dos poucos órgãos, senão o único, de prestação de serviço público municipal, que está inserida na Constituição Federal, tamanha a sua importância frente à segurança pública local.

Na Carta Magna, em seu artigo 144, § 8º, ao estabelecer atividades, órgãos e atuação frente à segurança pública e à incolumidade das pessoas e do patrimônio, preconiza a responsabilidade de todos, e principalmente do “estado” (União, estados, Distrito Federal e municípios), sendo um direito e responsabilidade de todos.

Quando falamos em Guarda Municipal, a princípio, pensamos ser uma instituição nova que surgiu depois de outras polícias que conhecemos no Brasil. No entanto, ao fazermos uma viagem no tempo, percebemos que a instituição é mais antiga do que podemos sequer imaginar. Com a vinda da família real para o Brasil, foi criada, em 13 de maio de 1809, a Divisão da Guarda Real de Polícia (Guardas Municipais no Brasil), sua missão era de policiar a cidade em tempo integral, tornando-a desde o início mais eficaz que os antigos “quadrilheiros”. Ao abdicar o trono, D. Pedro deixa seu filho D. Pedro II, neste momento conturbado, através da Regência Trina Provisória em 14 de junho de 1831, e é efetivamente criada com esta denominação em cada Distrito de Paz às Guardas Municipais, divididas em esquadras.

Em 18 de agosto de 1831, após a lei que tratava da tutela do imperador e de suas Augustas irmãs é publicada a lei que cria a Guarda Nacional, e extingue no mesmo ato as Guardas Municipais, Corpos de Milícias e Serviços de Ordenanças, sendo que em 10 de outubro foram reorganizados os Corpos de Guardas Municipais, agora agregado com a terminologia “permanentes”, subordinada ao Ministro da Justiça e ao comandante da Guarda Nacional. As Guardas Municipais no Brasil, dado a sua atuação foram conhecidas também como: “Batalhão dos Oficiais-Soldados”, “Voluntários da Pátria”, “Sagrado Batalhão” e “Guerreiros da Pátria”.

Em Curitiba, no ano de 1992, ao realizar-se o 3º Congresso Nacional das Guardas Municipais, estabeleceu-se que 10 de outubro passou a ser comemorado o Dia Nacional das Guardas Municipais no Brasil. Em 2009, o presidente da republica em exercício José de Alencar, em virtude da rica história das Guardas Municipais no Brasil, ratificou a data e instituiu através da lei: Lei nº 12.066, de 29 de outubro de 2009, o dia 10 de outubro como o Dia Nacional da Guarda Municipal. A Guarda Municipal no Brasil, atualmente, é uma realidade em aproximadamente 1.100 municípios no país (e crescendo), totalizando um efetivo de 84.786 trabalhadores que se dedicam diuturnamente para resguardar a vida dos munícipes e isso reflete na qualidade de vida dos mesmos, além de preservar o patrimônio público, colaborando com todas as demais instituições de segurança pública.

Pré-visão do futuro: festa da vitória dia 4 de outubro 4 de setembro de 2010

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O milagre do ladrão 27 de agosto de 2010

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Pedrinho tinha seis anos de idade. Sempre triste e cabisbaixo dentro de sua casa, pois não podia caminhar. Sentado em sua cadeira de rodas, olhava triste seus amiguinhos brincar, correr e andar de bicicleta na rua.

Sua mãezinha, muito carinhosa, todas as noites na hora de se deitar lhe dizia:

– Filho querido, você vai ficar curado, Nosso Senhor Jesus Cristo um dia vem pra lhe curar.

O menino todo cheio de esperança e fé, dizia para sua mamãezinha:

– Se é verdade que Jesus vem me curar, me diga: como é ele?

A mãe entre soluços e com o rosto banhado em prantos, disse:

– Filho, nosso Senhor é um velhinho muito pobre, barba comprida e cabelos brancos.

A noite uma tempestade se abateu na cidade, estava muito frio e escuro na rua. Um ladrão aproveitou a situação e invadiu a casa do menino, entrando pela janela do seu quarto. O menino quando viu aquele homem barbudo de cabelos brancos invadindo seu quarto, pensou que fosse Jesus que tinha vindo lhe curar. Sua fé foi tão grande que saiu correndo e ajoelhou-se a seus pés.

– Senhor do céu, eu lhe agradeço imensamente, mamãe falou que você viria me curar, muito obrigado! Fiquei bom, já estou andando, com os meus amiguinhos amanhã posso brincar. Não vá embora, fica um pouco mais comigo, todas as noites mamãe me ensina a orar. Senta comigo, minha cama é bem grande, teu rosto lindo eu vou beijar.

Ao receber o beijo do menino inocente, o ladrão estremeceu em remorso. Saiu andando sem dizer nenhuma palavra, com os olhos cheios de lágrimas e a consciência pesada, foi embora sem levar nada. O menino ficou curado pela força de sua fé, pois nem percebeu que aquele era um milagre de um ladrão.

Música de Zilo Zalo- Adaptado em forma de texto por: Maciel Brognoli

Carta de um roceiro 16 de agosto de 2010

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Eu tava oiando o pograma dumingo a noiti na grobo, um pograma chamado fantástico, e fique putu da cara. Ums dotores desses que trabaiam cum pulitica tavam passiando cum o dinhero prubico numa tar de fortaleza, la pelas banda do nordeste. Foi isso qui eu intendi! Eu sô meio anarfabeto e não intendo muito bem dessas coisas di pulitica, nem vô mi aprofunda muito nesses assunto quié pra mim não fala bobage. Mas eu apreciso faze um cumentário só pra não fica nu esquecimento, e pra ocês aí da cidade qui pensu qui eu so burro purque não istudei não si inganarem cumigo.

Aqui na roça pra mim e prus meu mulequi cume, temo qui pranta batata, aroiz, fejão, cria um gadinho pra pude tira o leiti e depois vende na cidade pra população. O negócio é qui o Governo sempre fica mi cobrando imposto de tudo quanté lado, e eu, trabaio, trabaio e num vejo resurtado, to sempre no vermeio no finar Du méis. O pobrema maior num é isso naum. Trabaiá eu já to acustumado desde mulequinho, meu pai sempri mi insinou a ser honesto i ganha o dinhero cum o suor Du meu isforço. Apesar di não ter tido a oprotunidade di istuda na iscola como fizero essis grafinu, eu sempri mi orgulhei di faze o que é certo sem prejudica ninguém. Essas coisas naum si aprendi nas iscolas naum. Isso já veim cum a genti desdi piquinininho, é um tar di caráter, palavrinha difirci di aprende, mas foi minha filha Sebastiana qui mi insinou, é uma guria isperta qui só ela.   Ispero qui ela naum puxe o pai no intectuar, mas também si é pra faze iguar essa turma qui fica usando o dinhero Du meu suor pra fazê passeio, prefiro qui ela fiqui anarfabeta iguar eu. Disero pra eu qui si eu naum paga o imposto corro risco inté di i pra cadeia o fica cum nome suju na praça, e óia qui as minha divida são piquinininha. O meu cumpradre bastião teve seu nome colocado num tar de SPC purque isqueceu di paga uns produto na agropecuária. Ele mi dissi que as pessoa ficaro oiando pra ele como si ele fossi um bandido di primera qualidade, i u dono Du istabilecimento só farto chama a pulicia pra prende u coitado, achando qui ele quiria aprica um caloti na sua venda. U coitadu do Bastião fico muitu tristi cum o ocorrido, chego inté a te qui fica acamado, minha filha Sebastiana disse que o dotor médicu falo qui era uma tar di depressão.  É esas coisa qui naum intendu, u coitado fico tachado di bandido pela sociedade só purque isqueceu di paga a prestação na venda, inté hoje é apontado cuando sai na rua. Otro dia eu vi um desses pulitico cum a zorba cheia di dinhero i todo mundo acho normar, i nem siquer foi preso i nimguem si  alembra mais da cara dele, aposto qui nas próximas eleição ela vai se canditado i vai ganha disparado, purque o povo tem a memória curtinha qui da dó!   Bom, pra concruir a prosa, eu quiria dize procês qui eu sô anarfabeto, coisa qui da pra perceber nus meus erros di prutuguês, mais eu so bobo não. Eu anoto us nomes desses homi qui faze mar pra sociedade  na minha cadernetinha i mi vingu nu dia das eleição. E tem mais, eu conto pra todo mundo u qui eles fizero de marvadeza no passado, qui é pra nimguem si isquece da cara deles nu dia de aperta us botanozinho da urna ilitronica nu colegiu eleitorar.

Autor: Maciel Brognoli

41anos que o homem pisou na lua e… 20 de abril de 2010

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       A Apollo 11 foi a quinta missão tripulada do programa Apollo. Tripulada pelos astronautas Neil Armstrong, Edwin “Buzz” Aldrin e Michael Collins, alcançou supostamente seu objetivo no dia 20 de julho de 1969. Portanto, este ano, faz 41 anos que o homem pisou pela primeira vez em solo lunar. 

       Passados tantos anos do fato histórico, ainda existem muitas pessoas que duvidam que o homem tenha chegado à lua. Os incrédulos alegam que, na época, era impossível a comunicação da lua com a Nasa na Terra em tempo real, como foi feito na ocasião. Também alegam que os filmes fotográficos não resistiriam à enorme variação de temperatura que oscilada entre -153° C e +107° C. Nem mesmo hoje existem filmes que resistam a esta mudança de tempo. E há ainda outros fatores que colocam em dúvida a conquista norteamericana. Em contrapartida, algumas pessoas acreditam piamente que o fato ocorreu realmente. Quem não acredita diz que quem acredita é maluco. Quem acredita diz que quem não acredita é retardado. Sinceramente, para mim, não faz a menor diferença se o homem pisou ou não no satélite natural da terra.

A única coisa que tenho certeza é que, depois deste fato, os Estados Unidos da América firmaram-se como o país mais evoluído tecnologicamente do mundo. Sendo assim, atraíram investidores do planeta (Terra) inteiro, gerando lucro e poder, e hoje são os “donos do mundo” (inclusive da lua). É indiferente se este fato histórico, ou mentira histórica, realmente ocorreu. Também não fico investigando ou procurando indícios do ocorrido; seria uma preocupação desnecessária para minha cabeça. Tenho coisas mais importantes a fazer. Se foi um golpe dos americanos para se tornarem uma potência mundial, eu não sei, tire suas próprias conclusões. O que me preocupa realmente é o planeta onde vivemos e firmamos nossos pés.

      Há tempos, sofremos com a degradação ambiental tais como queimadas, poluição dos mananciais, destruição da Amazônia. Grandes indústrias lançam no ar fumaça tóxica e no solo despejam produtos químicos que poluem nosso rico solo. Crimes contra a fauna e a flora de forma geral. Além da falta de consideração com o meio ambiente, o homem não respeita nem ao menos o seu semelhante. Enquanto uns estão fartos de luxo dentro de seus carrões importados, outros passam fome nas esquinas, embaixo de viadutos, passando necessidade, frio e humilhação. A violência contra as crianças, corrupção de quem devia nos proteger, a falta de ética de nossos representantes políticos – de quem a cada dia descobre-se uma nova falcatrua, e eles defendem-se dizendo que não sabiam de nada, escondidos atrás de uma rançosa imunidade parlamentar.

Bons projetos que poderiam beneficiar a população em tempo integral ficam engavetados para serem lançados na hora certa (época de eleição), tempo em que parece que eles têm uma ‘vara de condão’, pois ‘chove’ obra. E o pior é que nós vivemos ludibriados com coisas inúteis e esquecemos do que realmente é importante. Não sei se o homem pisou ou não na lua, o que importa isso? Mas uma coisa eu tenho certeza: faz tempo que vivemos no ‘mundo da lua’.

 Autor: Maciel Brognoli

Caixa de Pandora 19 de abril de 2010

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       De acordo com a bíblia sagrada, nos escritos do velho testamento, Adão foi o primeiro homem que Deus colocou na terra.  Depois de formado o homem, Deus achou que não era bom que ele ficasse só, então fez Adão cair num sono profundo e, enquanto ele dormia, tirou uma das costelas e criou, a partir dela, a primeira mulher, chamada Eva. Deus disse a eles que teriam liberdade para comer de todos os frutos do jardim do Edem, exceto os frutos da árvore do conhecimento do bem e do mal.

Porém, a curiosidade de Eva, atrelada ao poder de convencimento da serpente, o mais astuto de todos os animais, fez com que ela comesse o fruto proibido (e ainda deu uma mordidinha do fruto para o Adão). Deus então os castigou e eles ficaram a mercê dos males, dores e sofrimentos. Seus olhos se abriram para o mundo e eles poderiam ser acometidos pelos sentimentos ruins e reconhecer os sentimentos bons, afinal, o fruto proibido era proveniente da arvore do conhecimento do bem e do mal.  

 Já na mitologia grega, a primeira mulher a pisar na terra foi Pandora. Ela foi oferecida de presente por Zeus (o mais poderoso dos deuses do Olimpo) para o titã Prometeu. No entanto, Prometeu não aceitou o presente, temendo que fizesse parte de algum plano vingativo da divindade contra a humanidade, pois ele havia roubado o fogo do olimpo e dado de presente aos homens, para que pusessem controlar a natureza, deixando o Deus grego enfurecido.  Sem sucesso com Prometeu, Zeus resolve oferecer o presente para Epimeteu, irmão de Prometeu.

Contrariando os conselhos de Prometeu que tinha alertado para que não aceitasse nenhum presente oferecido pelos Deuses, Epimeteu aceitou a oferta de Zeus, visto que estava hipnotizado com a beleza de Pandora.  Antes de ser enviada á terra, Pandora recebeu de Zeus uma caixa e a recomendação: nunca abrir o objeto. Dentro da caixa, os deuses colocaram todos os sentimentos ruins, males do mundo e apenas um sentimento bom- a esperança.  

Sem saber o que a caixa continha, Pandora resistiu bravamente á curiosidade, até que um dia seu instinto falou mais alto e ela abriu o objeto. Libertou, sem saber, os males do mundo: dor de cabeça, bico de papagaio, político corrupto, entre outros. Quando percebeu o que tinha feito, Pandora fechou a caixa rapidamente para que  todos os males não e tomassem conta da terra. Mas já era tarde, e somente um sentimento ficou preso – a esperança. A mitologia não conta se a esperança conseguiu escapar da caixa ou continua presa. Onde estará a esperança?

Certamente que Zeus ao recomendar a pandora nunca abrir a caixa, estava atiçando a sua curiosidade, pois na verdade ele queria que ela abrisse e libertasse os males para poder concluir seu plano de vingança contra a humanidade.

Já na história de Adão e Eva, os males são o resultado do pecado original, cometido pelo homem ao desobedecer ao pedido de Deus. A semelhança nos dois casos está na ordem do surgimento da primeira mulher e na proibição. Tudo que é proibido se torna mais atrativo e aguça a curiosidade humana, independente de ser homem ou mulher. Torna-se ainda mais instigante no caso de crianças e adolescentes.

        A caixa de Pandora é, na verdade, um mito, uma história que nunca existiu na realidade. No entanto podemos tomar como exemplo da história para nossas vidas, o fato de nossos corações, na maioria das vezes, estarem abertos somente para libertar os sentimentos ruins, deixando enclausurados os sentimentos bons. Carregamos dentro de nosso peito a verdadeira caixa de Pandora, e cabe a cada pessoa a missão de libertar a esperança presa dentro de seu coração. Como diz o ditado popular: “Enquanto houver vida há esperança. E a esperança é a ultima que morre”.

Autor: Maciel Brognoli

 

Quero minha parte do bolo 16 de abril de 2010

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           Estava saindo do trabalho, indo para casa almoçar. No meio do caminho, lembrei-me que em minha residência, não havia mais água para beber. Então, resolvi parar num armazém para comprar. Entrei no estabelecimento e ao colocar os olhos na etiqueta do preço fiquei abismado, hesitei e fiz menção em dar meia volta e ir embora sem aquela que saciaria minha sede. Porém, refleti mentalmente, percebi que “o bolo” tem que ser dividido e ninguém abre mão de sua parte. Não poderia ser diferente, é a lei do comércio. A partir do momento que o homem deixou de caçar e passou a comprar, é justo submeter-se aos “atravessadores”. Afinal, o consumidor é o último a colocar as mãos no produto, gerando lucro para todos os anteriores.

            O lucro justo faz parte do negócio, não tenho a menor dúvida. Quando o consumidor, gerador de lucro, perde seu poder aquisitivo, todos perdem. Foi o que ocorreu com os Catarinenses do vale do Itajaí. Alguns perderam tudo que tinham ficando apenas com a roupa do corpo. Foi então que entrou em cena a solidariedade do povo Brasileiro, o qual enviou e continua enviando donativos para amenizar ao menos um pouco a dor sofrida por aquelas famílias. Pessoas que talvez nunca passaram por nosso estado, se sentem na obrigação de ajudar os semelhantes por pura bondade, sem pedir nada em troca, sem obter lucro algum. Pessoas anônimas que, como único prêmio por estarem fazendo o bem, deitam em suas camas à noite e não se sentem culpados por estarem confortáveis, enquanto seus semelhantes dormem ao relento.

            Contudo, nem todos são anônimos nesta história, ou pelo menos não querem ficar no anonimato. Enviam carretas lotadas de alimento, doam objetos pessoais para que se faça leilão, organizam shows beneficentes, entre outras coisas. É muito importante com certeza. Porém, atrás disso tudo há muita entrevista para televisão, jornais, rádio e mídia em geral, vangloriando o ato. Ou seja, querem sua parte do bolo e, conseqüentemente, obter lucro pessoal. A verdadeira generosidade aos infortúnios esta em fazer o bem sem esperar nada em troca, sem ostentação. A bíblia, o livro mais lido do mundo, em uma passagem relata:

“Guardai-vos de fazer vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles; aliás não tereis galardão junto de vosso pai, que esta no nos céus. Quando pois deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam seu galardão. Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que fez a tua mão direita; Para que tua esmola seja dada ocultamente; e teu pai, que vê em segredo, te recompensará publicamente.(Mateus cap.6 vers.1 a 4).”

            Sendo assim, se você pretende fazer o bem, vá em frente. E não espere recompensa material ou moral, faça por amor.

Autor: Maciel Brognoli

Um por todos e todos por um 16 de abril de 2010

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      Quando falamos em segurança pública, logo vem idéia de agentes e autoridades que trabalham para o governo federal, estado e municípios com pensamento único direcionado ao bem estar da população. Como sugere o nome “Segurança Pública” sem enfatizar ou denominar esta ou aquela instituição. Fica mais do que claro que o importante é trabalhar  unidos em prol de um bem comum, o povo. É certo que objetivos diferentes desses, são ultrapassados e contrários aos anseios da sociedade, pois para o cidadão não importa a cor da farda ou do uniforme que o agente está usando, nem a instituição a qual ele faz parte. O importante é a segurança proporcionada. Para que isto aconteça precisamos de lideres com comportamentos e idéias contemporâneas e ainda disponibilidade de ação conjunta. Contudo, infelizmente ainda encontramos indivíduos ligados a segurança pública querendo abraçar o “mundo sozinho” e não concordam com aplicação de novas técnicas, novas instituições. Fica nítido que estes estão sendo movidos pelo sentimento de ciúmes e não admitem que ninguém faça aquilo que eles não podem ou, não tem estrutura para fazer.

                Porém, felizmente, existem pessoas comprometidas com a evolução do município no sentido de implantar e delegar atribuições concernentes a segurança pública. Um exemplo que deu certo é a parceria da Secretária de Segurança e trânsito, através da Guarda Municipal de Tubarão SC, com a polícia civil do Estado. Cito a Delegacia de Delitos de Trânsito e Divisão de crimes Ambientais, onde Guardas Municipais e policiais civis trabalham juntos no atendimento a acidentes de trânsito em via pública e, confecção de Boletim de Ocorrência. Facilitando assim a vida do cidadão. Outro ponto plausível é a instalação do canil, com cães farejadores que já contribuíram com operações policiais onde o desfecho só foi possível, devido capacitação dos agentes que realizam um trabalho incansável no treinamento dos animais. Tudo isso prova que a união na segurança pública é benéfica para toda a sociedade, trabalhando juntos para o bem da coletividade. Este é o lema.

     Exemplos positivos como estes servem de espelho para segurança pública de todo o Estado de Santa Catarina, e já é visível o interesse de outros municípios em seguir o mesmo caminho Da cidade de Tubarão em Santa Catarina. Porém, não poderia deixar de comentar a respeito dos ”caranguejos jurássicos” da segurança pública, que foram arrebatados da era Paleozóica  para os dias atuais e sentem dificuldades de se adaptar a era da modernidade. O homem Bitolado que olha apenas para o próprio umbigo e está em extinção. E tomara que seja extinto o mais rápido possível. Roberto Gómez Bolaños, ator mexicano, criador e interprete do Chapolim Colorado, atento a esta realidade já dizia: “muito ajuda quem pouco atrapalha.”

Autor: Maciel Brognoli

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